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terça-feira, 27 de julho de 2010

Lendo,lendo,lendo...


Gente,não posso deixar de falar do que e fiz nessa semana.
Bom, além de jogar bola na rua, durmir e ver filmes do tempo do Ronca.(não me pergunte,minha mãe sempre fala isso). Bom,além disso tudo eu li um livro incrível!!! Quer dizer,estou lendo.
O livro maravilhoso é 'Imperador'! Ele foi escrito pelo britanico Conn Iggulden, e é um ficção histórica.

Imperador é uma série de 4 livros, contando com muuuita ação a história do imperador Julio César, de sua infancia,até sua morte.
É emocionante, conta táticas de batalha,intrigas,paixões avassaladoras,tiranos contra escravos, a infancia de Júlio e a Antiga Roma. As tramas são muuito envolventes, e os personagens cativam demais.

Então amores, ta aí a dica de um bom livro pra deixar na cabeceira.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Memória de Elefante

No seio misterioso da floresta indiana, vivia um caçador chamado Ky Sakana.
Um dia ele avistou um pobre paquiderme, deitado ali no chão, ferido, enorme, inerme.
Sakana aproximou-se e, num sublime impulso, sentiu-lhe a febre ardente, então tomou-lhe o pulso, foi quando viu no pé do agônico elefante a farpa que lhe causava a dor alucinante. Rapidamente, Ky, num gesto habilidoso, logo extirpou-lhe o imenso espinho doloroso.
Depois, com agilidade e competência inata, vinte quilos de sulfa aplicou-lhe na pata.
Enrolou-lhe no artelho um band-aid gigante e por fim, ministrou-lhe um galão de laxante. Afastou-se o bichinho, feliz e curado, deixando do purgante o rastro almiscarado.
Muitos anos passaram. Já velho, Sakana, retomava alquebrado à sua cabana.
Mas eis que da floresta vem de supetão, um elefante! Pois vê nítido e claro, frente ao seu nariz, o band-aid em farrapos e a cicatriz.
O elefante sorri e olha com amor, bem no fundo dos olhos do seu salvador, como se lhe dissesse com a pata no ar: “Ah! Me lembro de ti! Como não recordar...” Foi teu gesto gentil que salvou minha vida, aliviando-me a dor, me limpando a ferida!
Não existe elefante que disso se esqueça... “e depois, sutilmente, esmagou-lhe a cabeça.”
(Jô Soares)

MORAL DA HISTÓRIA: a memória do elefante ninguém refuta, mas tem elefante que é filho da puta. :D